Blondie de Pasta de Amendoim e Geleia

Por Julia
Blondie com toque clássico de pasta de amendoim e geleia, mas com um toque de farinha integral para textura robusta e açúcar mascavo escuro pra profundidade. A mistura de manteiga, açúcar e ovos cria base cremosa, enquanto os respingos alternados de pasta de amendoim e geleia são realçados com movimentos de faca clientelando o visual e sabor. Assa até a borda dourar e centro firmar, garantindo textura úmida. Um doce nostálgico, que no fim, lembra lanche de infância com volume adulto e aroma de baunilha.
Preparo:
17 min
Cozimento:
38 min
Total:
55 min
Porções:
16 pedaços
#blondie
#pasta de amendoim
#geleia
#sobremesa
Já percebeu que tem receitas que parecem simples e quando tentamos repetir em casa… nem tanto? Com blondie de pasta de amendoim e geleia é a mesma coisa. A primeira vez que fiz, usei farinha comum e acabei com uma massa pesada, sem aquele toque gostoso que fica na boca e que te faz querer mais. Percebi que ajustar a farinha para integral mudou tudo, deu estrutura e uma certa rusticidade. Trocar o açúcar branco por mascavo escuro adicionou uma espécie de aroma caramelado que casa muito bem com a manteiga. O truque fundamental está na forma de distribuir a pasta de amendoim e a geleia e mexer só o suficiente para permitir um efeito marmorizado — muito mais visual do que sabor mesmo, mas que faz diferença. O tempo de forno não é uma ciência exata; vai guiando pelo cheiro, pela borda dourada que começa a firmar, pelo teste do palito que sai com migalhas úmidas. Deixar esfriar é uma batalha, porque o cheiro no ambiente é envolvente, sempre provoca. No fim, não importa se o resultado é meio imperfeito, essa base de manteiga, farinha integral e pasta de amendoim traz aconchego na primeira mordida, com aquele toque de infância com facilidade de adulto.
Ingredientes
Sobre os ingredientes
Farinha integral pode dar textura mais firme e sabor levemente terroso – se preferir massa mais macia, troque por farinha branca comum. Fermento em pó ajuda a deixar leve, não é pra fazer crescer como bolo, apenas pra aerar a massa. Manteiga derretida faz a diferença no sabor e na textura, mas cuidado para não usar quente demais, que pode cozinhar o ovo prematuramente. Uso mistura de açúcares pra equilíbrio entre doçura e umidade — mascavo escuro acrescenta um toque profundo, quase resultado de caramelo, já o branco traz crocância nas bordas. O açúcar cristal pode ser substituído por demerara sem medo, muda pouco. Pasta de amendoim deve ser cremosa para facilitar na hora de pingar e trabalhar. Na falta dela, pode usar creme de castanha de caju, que dá sabor diferente, mais suave e amanteigado. Geleia, feita em casa ou comprada, deve ser firme — geleias muito líquidas trocam a textura e podem deixar massa encharcada. Spray antiaderente é essencial pra que não grude na forma, substitua com manteiga derretida e farinha se não tiver. Baunilha de verdade faz toda diferença, evite essência artificial, o aroma é raso e pode deixar gosto estranho.
Modo de preparo
Dicas de preparo
O segredo é não misturar demais a massa depois da farinha — isso evita glúten duro e massa pesada. A manteiga derretida precisa esfriar até temperatura morna para não cozinhar os ovos já batidos. Quando esperar o forno aquecer direito, ele deve estar bem quente nos primeiros 10 minutos pra que a massa comece a firmar por igual. Distribuir a pasta de amendoim e geleia alternadamente cria essas belas manchas visualmente, e o movimento leve com faca faz um efeito marmorizado, mas sem transformar tudo numa massa só — nada de mexer loucamente! O tempo no forno pode variar, fique atento às bordas douradas e centro firme; ainda que o centro pareça mole, ele fecha ao esfriar. Deixar esfriar para cortar é indispensável; cortando quente pode desmontar. Ao guardar, conservar em pote fechado para manter umidade; leva uns dias para o sabor se intensificar, porém espere o primeiro corte antes de guardar, pra não perder a textura.
Dicas da chef
- 💡 Mistura da massa é crucial. Não mexa demais. Isso evita que fique pesada, o glúten se desenvolve rápido. A textura é tudo aqui. Observar a mistura. Leveza é sinal de acerto. Depois de adicionar a farinha, misturar apenas até incorporar é o ideal. Se ver bolhas, tá ótimo.
- 💡 Distribuir a geleia e a pasta de amendoim é arte. Precipitar mudanças na textura. Não só o sabor, mas a apresentação. Usar colheradas alternadas. Criar redemoinhos. Um efeito marmorizado. Mas cuidado, mexer demais desfaz a beleza. A textura é tudo, como no visual.
- 💡 O forno é seu aliado. Pré-aquecer é essencial. Não deixe de prestar atenção nos cheiros. O aroma doce invade a cozinha. Isso significa que está perto de ficar pronto. As bordas devem dourar — um sinal de sucesso. O centro deve estar levemente pegajoso ao toque.
- 💡 Na hora de armazenar, mantenha em pote bem fechado. Isso ajuda a preservar a umidade. O sabor se intensifica com o tempo, mas não é recomendado cortar quente. A textura se perde e fica desmanchando. Melhor deixar esfriar completo, paciência, importante.
- 💡 Trocar ingredientes é sempre possível. Não tem pasta de amendoim? Creme de amêndoas é uma boa opção. Geleias, escolha a que preferir. Mesmo feitas em casa funcionam. Farinha integral? Pode trocar por comum, mas perde um pouco da rusticidade. Experiência conta, vá testando.
Perguntas frequentes
Como deixar a massa menos pesada?
É tudo sobre não misturar demais. Menos mexer, menos glúten. Usar manteiga derretida na temperatura certa também.
Posso usar outro tipo de açúcar?
Claro, açúcar demerara funciona bem. Menos doce, um toque diferente. Mas açúcar cristal é a padrão.
Como saber se está pronto?
Bordas douradas é um ótimo sinal. Centro levemente mole, mas não liquido. Espete um palito. Sai com migalhas não secas é sinal bom.
E se a massa ficar líquida?
Pode ter usado geleia muito rala. Cuidado com isso. Tem que ser firme. Se não dá pra usar, diminuí a quantidade e testar.



