Croquetes de Salmão do Sul

Por Julia
Croquetes secos, crocantes e cheios de sabor, daqueles que pedem mais um na primeira mordida. Usando salmão enlatado, com toque de pimentão vermelho e coentro para refrescar, a farinha de rosca virou farinha de trigo para segurar melhor e preparar a base com uma farofa leve de fubá. O segredo tá na crocância do óleo quente e no ponto dourado que conta história. O ovo não só liga como traz aquela suculência esperada. Cada passo tem truque e erro comum. A gente não bate papo, só cozinha com prática e sentido na cozinha.
Preparo:
12 min
Cozimento:
14 min
Total:
26 min
Porções:
8 porções
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#petisco
#salmão
#fritura
Croquetes de peixe são clássicos do sul dos Estados Unidos, mas aqui eu dou uma adaptada para o clima e ingredientes brasileiros. O salmão enlatado é prático e cheio de sabor, ótimo para quando bate aquela vontade rápida de algo crocante e saboroso. Já testei muito para deixar eles firmes sem endurecer, e a substituição da farinha de rosca pelo fubá deixou os bolinhos mais delicados. O pimentão vermelho junto com coentro dão um toque fresco, sem pesar ou dominar – só equilibrar o salgado do peixe com o aroma fresco, uma dança de sabores. O segredo mesmo está na técnica de fritura e no ponto quando a casquinha faz aquele barulho gostoso na frigideira.
Ingredientes
Sobre os ingredientes
Substituir farinha de trigo por farinha de arroz funciona se quiser versão sem glúten, mas perde a ligação da massa, então aumente o ovo para um extra. Trocar maionese por iogurte grego deixa a massa mais leve; útil se não curtir gordura extra. Cebola doce pode ser substituída por alho poró fininho para variar o aroma. Coentro é opcional, pode trocar por salsinha — mas a última vez que tentei o sabor ficou mais neutro e menos refrescante. Salmão fresco cozido no vapor também funciona, só precisa acertar o ponto para não ficar mole demais. Se estiver sem molho inglês, uma gota de shoyu entra bem, mas ajuste o sal.
Modo de preparo
Dicas de preparo
Misturar com as mãos é essencial para sentir a textura, evita bolinhos quebradiços, que são a morte do charme croquete. Não faça bolos muito grandes, assim fritam mais rápido e uniformemente. O óleo na temperatura certa é o que define a crocância — se o óleo estiver frio, vai absorver gordura, se muito quente, queima fácil. Frigideira espalha o calor melhor que fritadeira só, dá controle para virar na hora certa. Na hora de virar, use espátula larga para não quebrar. Escorra em papel toalha para não ficar encharcado. Croquetes esperam ser crocantes por fora, suculentos dentro — ponto que desenvolvido só pela experiência, sim. Pegue cheiro do óleo e cor da crosta para dar sinal verde.
Dicas da chef
- 💡 Misturar tudo com as mãos é essencial. Quer sentir a textura. Ponto certo. Massas pesadas não funcionam. Bolinhos quebradiços, fim da linha.
- 💡 Aqueça o óleo bem. Se frio, absorve gordura. Se muito quente, queima. A temperatura é crítica. Olho no cheiro, escuta o chiado do óleo.
- 💡 Se não tem fubá fino, outro substituto pode ser farinha de arroz. A ligação muda. Aumente o ovo, pra dar mais consistência. Melhor opção.
- 💡 Quando moldar os bolinhos, mantenha tamanho médio. Fritam melhor assim. E frios demais não vale. Molhe papel toalha pra escorrer o excesso.
- 💡 Cuidado com o sal. Coloque na medida. Se errar, estraga o sabor do salmão. Um teste no ponto, sempre. Experiência é chave na cozinha.
Perguntas frequentes
Como armazenar os croquetes?
Pode congelar, fica bom depois. Melhor em pacote bem fechado. Reaqueça no forno, evita ficar mole.
A fritura não dá certo?
Pode ser a temperatura do óleo. Faz diferença. Dourado, crocante, ponto certo. Não deixar muito tempo.
Posso substituir o salmão?
Pode usar atum ou outro peixe. Mas o sabor muda. Menos saboroso que salmão. Vale o teste.
O que fazer se a massa ficar muito mole?
Adicione mais fubá ou farinha de trigo. Mas cuidado pra não deixar pesado. Ajuste sempre.



