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Frango Piccata com Toque de Alecrim

Frango Piccata com Toque de Alecrim

Por Julia

Peito de frango delicadamente amassado e empanado, dourado na manteiga e azeite, cozido numa redução harmônica de vinho branco, caldo e limão. Inova com alecrim fresco no lugar das tradicionais alcaparras — que ganha um toque herbáceo mais sutil e fresco. Frango suculento, molho acidulado com pitada aromática, ideal pra quem busca algo rápido, com técnica simples e aromas intensos. Serve bem com qualquer massa, especialmente talharim ou espaguete, mas vai bem também sobre arroz branco. Retire sempre do fogo antes de perder suculência, a chave do ponto está no toque na carne — deve ceder sem desmanchar. Armazene sob refrigeração; esquente sem fogo forte pra não ressecar.
Preparo: 12 min
Cozimento: 18 min
Total: 30 min
Porções: 4 porções
#frango #italiano #fácil #rápido
Nada melhor que um peito de frango batido fino e empanado com farinha, dourado na manteiga e azeite, cozido numa redução aromática que captura só o essencial. Aquele toque ácido do limão contrasta com o perfume levemente amadeirado do alecrim fresco — um twist ao tradicional piccata com alcaparras. Já tentei mil versões, a gente sente muito a diferença entre usar chalotas em vez de cebola e um bom vinho branco. A textura do frango não pode ser dura ou seca — bateu quase 1cm, cozinhou até soltar da frigideira, os líquidos foram reduzidos até brilhar, a manteiga faz tudo ficar mais redondo. Fácil, rápido, com pitadas que fazem a diferença.

Ingredientes

  • 4 filés de peito de frango sem pele e sem osso
  • Sal e pimenta-do-reino a gosto
  • 1/3 xícara de farinha de trigo (pode usar farinha de arroz para versão sem glúten)
  • 2 colheres de sopa de manteiga com sal (divididas)
  • 2 colheres de sopa de azeite de oliva extra virgem (divididas)
  • 1/4 xícara de chalotas picadas (substitui cebola tradicional para sabor mais suave)
  • 2 dentes de alho picados
  • 1/2 xícara de vinho branco seco (se faltar, pode usar um pouco de suco de limão no lugar)
  • 1 xícara de caldo de galinha caseiro ou industrializado (preferência para caseiro, mais sabor)
  • Rodelas finas de 1 limão siciliano
  • 1 galho pequeno de alecrim fresco (em vez de alcaparras, dá frescor e aroma herbal)
  • Salsinha picada para finalizar
  • Massa cozida para acompanhar (espaguete, fettuccine ou talharim)
  • Sobre os ingredientes

    Manter o frango na espessura certa é essencial, ele cozinha uniformemente e não seca no meio. Trocar a farinha de trigo por farinha de arroz ou até fubá fina ajuda naqueles que têm restrição ao glúten. Se não tiver chalota, cebola comum picada finamente funciona, mas o sabor é mais pesado. Vinho branco pode ser substituído por uma mistura de suco de limão e um toque de caldo para manter o ácido – mas o ideal é algo seco, sem doçura para não mascarar o prato. Caldo caseiro, se possível, transforma essa receita; o industrializado funciona, não ajuda, mas não estraga. O alecrim no final é minha invenção – alcaparras são tradicionais, mas às vezes sinto que roubam a cena do limão; o alecrim traz frescor herbal sem tirar espaço.

    Modo de preparo

  • Comece batendo os filés entre duas folhas de filme plástico até ficarem com quase 1cm de espessura — isso ajuda cozinhar tudo na mesma velocidade e evita pedaços secos e outros crus.
  • Tempere ambos os lados da carne com sal e pimenta do reino moída na hora. Não economize, tempero é fundamental aqui.
  • Espalhe a farinha numa travessa rasa. Passe cada pedaço pelo trigo, tirando o excesso com leve batida. Farinha demais forma casca dura, menos é mais; só para criar textura crocante, não panar igual frango à milanesa.
  • Em frigideira ampla, em fogo médio, derreta 1 colher de manteiga junto com 1 de azeite (a mistura evita a manteiga queimar rápido). Quando espumar, coloque os filés em lotes pra não juntar muita água e fritar igual cozido.
  • Doure cada lado por uns 3-4 minutos, até formar uma crosta dourada e soltar fácil na frigideira. Se agarrar, não force ou vira frango rasgado. Retire e reserve em um prato coberto com papel alumínio ou tampa, para manter quente e suculento.
  • Aumente levemente o fogo, despeje o restante do azeite e frite a chalota até ficar translúcida e perfumada, uns 2-3 minutos. Daí o alho entra — só mais 1 minuto, para não queimar e virar amargo.
  • Solte os resíduos dourados do fundo da panela com o vinho branco. Mexa com colher de pau, e deixe a mistura fervilhar para evaporar o álcool e reduzir pela metade — é sinal de que o sabor vai ficar concentrado e macio.
  • Acrescente o caldo de galinha, abaixe o fogo e deixe encorpar até reduzir novamente pela metade, quase virar um molho ralo. Dá uns 5 minutos — fique de olho, ele deve ficar brilhante, levemente viscoso.
  • Tire do fogo e misture rapidamente a outra colher e meia de manteiga, o alecrim fresco inteiro e as rodelas de limão. O calor vai amaciar o alecrim sem amargar, liberando aroma distinto. Mexa suavemente — esse passo é essência para o sabor final intenso e aveludado.
  • Volte com o frango pra frigideira, regue com o molho e aqueça só até a carne ficar de novo morninha. Não deixe ferver — resseca tudo e perde aquela textura tenra.
  • Finalize com salsinha fresca picada, e sirva imediatamente sobre a massa cozida, que vai segurar todo o molho. Pronto pra devorar.
  • Se for guardar, deixe esfriar, de preferência em recipiente fechado, na geladeira. Na hora de reaquecer, utilize fogo baixo acompanhado de uma colherada de manteiga ou um fio de azeite pra recuperar a untuosidade.
  • Dicas de preparo

    Prepare o frango com cuidado — bata devagar e sem rasgar, evite acidentes com o filme plástico. A farinha deve cobrir de leve o filé, não empanar pesado. Na frigideira, fogo médio é ideal pra dourar e não queimar a manteiga demais. Escute o chiar quando coloca o frango; barulho constante indica a temperatura correta. Observe a cor da crosta: dourado, nunca escuro. Ao adicionar chalotas e alho, fique perto da frigideira, eles queimam rápido. Reduções devem ser feitas em fogo baixo para realçar sabores; mexa para não grudar, não precisa apressar. A manteiga no final não é só sabor, é textura — misture rápido e apague o fogo logo depois para não virar óleo. Reaquecimento deve ser suave — fogo forte e rápido deixa o frango uma borracha. Finalize com sabor fresco para equilibrar tudo.

    Dicas da chef

    • 💡 Frango filé, batido fino. Isso é crucial. Se não bater, não vai cozinhar igual. Dicas de espessura. Quase 1cm ideal, não mais. Pegar o filme plástico, usar dois pedaços, ajuda muito.
    • 💡 Farinha de trigo. Ou arroz pra quem não quer glúten. Passar bem, mas sem exagerar. Farinha demais não é bom. Sabe aquela casquinha crocante? É isso que buscamos.
    • 💡 Caldo caseiro é o segredo. Se tiver, use. Sabor fica melhor. Caldo comprado traz gosto, mas não é a mesma coisa. Sempre preferir o caseiro se possível.
    • 💡 Quando colocar o frango na frigideira, sentir o cheiro da manteiga quente. Se tudo borbulhar, é a hora certeira. Não forçar pra virar, senão rasga. Ouviu o barulho do frigideira? É sinal que tá bom.
    • 💡 Finalização com salsinha é quase obrigatória. Dão frescor. Mas pode usar manjericão, também funciona. O importante é trazer um sabor verde. Não esquecer.

    Perguntas frequentes

    O que faço se o frango estiver seco?

    Melhor não deixar no fogo demais. Se já aconteceu, usar manteiga ao reaquecer ajuda. Fogo baixo, sempre. Manteiga traz umidade.

    Posso substituir o vinho?

    Sim, use suco de limão com caldo. Pra manter acidez. Um leve gosto amargo, se errar. Melhor achar um vinho seco se der. Fica muito melhor.

    Tem como substituir chalotas?

    Pode usar cebola, mas o sabor é pesado. Chalotas são mais sutis. Esse prato pede um toque leve. Se não tiver, pode colocar cebola, cortada bem fina.

    Como armazenar sobras?

    Esfriar antes, em recipiente fechado. Geladeira é o ideal. Reaquecer usando fogo baixo. Um pouco de azeite ou manteiga ajuda a recuperar o sabor original.

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