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Mahi Mahi ao Limão com Chimichurri

Mahi Mahi ao Limão com Chimichurri

Por Julia

Filés de mahi mahi assados com rodelas de limão que criam uma base aromática e evitam que o peixe fique seco. Finalizado com um molho chimichurri vibrante, trazendo frescor e pontinhos de ervas. A técnica de elevar o peixe sobre as fatias também garante cozimento uniforme, textura macia e sabor marcante. Temperado com sal fino e pimenta preta moída na hora, fácil, rápido e cheio de personalidade. Serve quatro pessoas com acompanhamento de legumes ou arroz.
Preparo: 6 min
Cozimento: 16 min
Total: 22 min
Porções: 4 porções
#peixe #fácil #rápido #saudável
Peixes firmes, como o mahi mahi, são daqueles ingredientes que testam sua paciência e técnica. Já perdi muita carne para fornos agressivos e peixes ressecados, mas descobrir a ‘cama’ de rodelas de limão mudou totalmente o jogo. Além de evitar o contato direto com o fundo do refratário, as fatias sobem o peixe, deixando o ar quente circular igual em forno de padaria. O toque cítrico do limão equilibra o sabor gorduroso naturais do mahi mahi, deixando tudo vibrante e fresco. O chimichurri, com seus verdes e ácidos, fecha com maestria o prato. Rapidinho pra fazer em dias na correria, cenário que já enfrentei mil vezes.

Ingredientes

  • 4 filés de mahi mahi, cerca de 150g cada
  • 3 limões sicilianos cortados em rodelas finas
  • 3 colheres de sopa de suco de limão fresco
  • sal marinho fino a gosto
  • pimenta do reino moída na hora a gosto
  • molho chimichurri caseiro*
  • spray de óleo vegetal para untar
  • Sobre os ingredientes

    O mahi mahi é um peixe versátil e bastante estável para assar. Se não encontrar fresco, pode apostar no congelado, só descongele na geladeira com calma para manter textura. Substituir o limão siciliano pelo tahiti funciona, mas equilibre o suco para não deixar muito ácido – às vezes coloco uma pitada de mel ou açúcar para arrematar a acidez. O óleo em spray ajuda a evitar o peixe grudado sem carregar gordura na receita – se não tiver, use papel absorvente com óleo para espalhar pouco óleo. Para quem não curte pimenta, a pimenta branca moída fininha dá toque suave. O chimichurri pode ser comprado pronto, mas o caseiro com salsinha, orégano, vinagre e azeite reforma qualquer prato.

    Modo de preparo

  • Pré-aqueça o forno a 165 graus Celsius; não exagere na temperatura para não queimar o peixe antes de cozinhar por dentro.
  • Unte levemente o fundo de uma assadeira de vidro com o spray de óleo, nada exagerado para evitar que o peixe deslize ou fique gorduroso demais.
  • Disponha as rodelas de limão no fundo formando uma 'cama'. Elas não servem só para aroma; o peixe fica suspenso e o ar circula, garantindo cozimento uniforme e evitando o ressecamento. Se não tiver limão siciliano, use limão tahiti, só cuidado com a acidez mais forte.
  • Tempere os filés com uma colher de sopa de suco de limão sobre cada pedaço. Salgue e apimente na medida, sem medo, o sal realça e a pimenta traz um toque sutil. Já errei aqui usando sal grosso que não adere bem.
  • Coloque os filés sobre as rodelas, com cuidado para não esmagar as fatias – a mão firme ajuda. Não amontoar para o calor circular direitinho.
  • Leve ao forno por cerca de 16 minutos. Fique atento: o sinal está no peixe ficando opaco, branco-pérola e começando a soltar lascas levemente; fuja do visual translúcido no centro que indica cru.
  • Se não tiver forno, dá para fazer na frigideira com tampa, só ajustar o tempo e cuidar para não fritar demais. A pele do mahi mahi ajuda a segurar a umidade se estiver com a pele.
  • Retire com espátula, cuidado para não desmontar o peixe. Finalize com o molho chimichurri, que traz notas herbais e um toque ácido que corta bem o limão e o peixe mais gorduroso.
  • Sirva imediatamente, porque o peixe perde suculência rapidinho; o cheiro cítrico embalando o ambiente, a textura firme e úmida lembram o que cozinhar direito significa.
  • Dicas de preparo

    O segredo está na combinação do calor, da umidade do limão e do movimento do ar criado pelas rodelas. Cozinhar peixe é arte e ciência; tempos são uma dica, mas você deve confiar nos olhos – quando o filé muda para um branco translúcido e começa a soltar as primeiras ‘farripas’, está na hora. O uso da cama de limão ainda evita pontos duros que ocorrem quando o peixe gruda no fundo do prato. No forno, evite abrir a porta várias vezes; o bafo ajuda no cozimento uniforme. Se quiser variar, ajustar o tempo em parcelas de 3 a 4 minutos para observar o ponto é uma técnica que aprendi na prática para não perder o peixe. Finalizar com o molho frio cria contraste de temperatura e frescor, essencial para quem busca equilíbrio entre quente e fresco. Serve muito bem com arroz branco, legumes no vapor ou batatas sauté clássicas.

    Dicas da chef

    • 💡 Para garantir que o Mahi Mahi fique úmido use um spray de óleo mas não exagere. Limão siciliano é o melhor, mas tahiti num aperto é ok. Pense no equilíbrio da acidez, às vezes um toque de mel balanceia. Molho chimichurri é simples; só salsinha, alho, orégano, muito azeite e um pouco de vinagre. Mistura tudo, ajusta na hora e vai.
    • 💡 Se não tiver assadeira de vidro, usa uma de metal com papel alumínio. Ele ajuda a manter o calor e umidade. A cama de fatias de limão é chave – isso faz o peixe assar de forma uniforme. Pode até fazer na chapa se preferir; não tenha medo de errar, prática leva à perfeição. Não esquece: o ponto do peixe é na textura, começa a desfiar.
    • 💡 Se o peixe ressecar, experimente com filés congelados; eles mantêm a textura. Mas descongele devagar na geladeira. A pincele e mantenha o óleo bem leve; ajuda na crocância sem deixar encharcado. Para quem não curte pimenta, uma pitada de pimenta branca é amiga. Também é possível diversificar: faça um molho simples de iogurte com ervas caso não tenha chimichurri.
    • 💡 O tempo de forno muda dependendo do tamanho dos filés. Eu gosto de testar, com uma garfada – visual é crucial aqui. O peixe muda de translúcido para opaco, e você percebe as lascas. Isso indica que está chegando ao ponto. Um truque: ajuste a temperatura se tiver forno potente; o ideal é não abrir a porta muito. O vapor ajuda na cocção.

    Perguntas frequentes

    Como sei se o peixe está no ponto?

    O peixe muda de cor, vai ficando opaco. Com uma garfada teste a textura; se desfiar, está pronto. Cuidado para não passar do ponto, ele seca.

    Posso usar outro tipo de peixe?

    Mahi mahi é ótimo, mas outros como tilápia ou robalo funcionam. Ajusta o tempo de cozimento porque uns são mais grossos; fique de olho.

    E se não tiver limão siciliano?

    Limão tahiti é uma opção prática. Mas ele é mais ácido. Nesse caso, pode adicionar uma pitada de açúcar. Assim ajusta a acidez.

    Qual a melhor forma de armazenar sobras?

    Coloca o peixe em um recipiente hermético. Dura dois dias na geladeira. Se for congelar, embala bem. O sabor muda se ficar muito tempo.

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