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Pãezinhos de Manteiga Tradicionais

Pãezinhos de Manteiga Tradicionais

Por Julia

Pãezinhos feitos com gordura vegetal cortada em farinha formando pequenos grumos, enrolados com manteiga, açúcar e noz-moscada, assados com cobertura líquida de leite e baunilha que cria uma crosta dourada. Fácil ajuste com canela para variação no sabor. Assar até o topo ficar corado e cheiro perfumed.
Preparo: 27 min
Cozimento: 33 min
Total:
Porções: 12 porções
#culinária #doce #lanche
Pãezinhos assim me lembram tardes de domingo, cheirando a manteiga, açúcar e uma pitada de noz-moscada ou canela, aroma que ocupa a casa e parece puxar todo mundo pra cozinha. Fiz algumas versões trocando gordura vegetal por manteiga mesmo, ficou mais rico e com massa mais quebradiça, gosto do contraste com o molho doce feito no leite. O truque está no corte da gordura na farinha, para formar pedaços miúdos, permitindo textura leve. A massa aberta numa camada fina para enrolar gera aquelas espirais que se desfazem na boca. Finalizar com leite aquecido e baunilha é uma camada extra de sabor e garante a cor dourada no topo. Sem mistério, mas é fácil perder o ponto da massa se amassar demais ou deixar quente demais o leite.

Ingredientes

  • 2 xícaras de farinha de trigo mais um pouco para abrir a massa
  • 3/4 xícara de gordura vegetal (substituir por manteiga gelada para textura diferente)
  • 1/2 xícara + 2 colheres de sopa de água gelada (ajustar se necessário)
  • 5 colheres de sopa de manteiga amolecida para espalhar
  • 1/4 xícara de açúcar refinado (usar açúcar mascavo claro para toque caramelo)
  • 1/2 colher de chá de noz-moscada ralada ou canela em pó como variação
  • 1 xícara de leite integral
  • 1/2 xícara de açúcar granulado para molho
  • 1 colher de chá de extrato de baunilha
  • Sobre os ingredientes

    Basicamente farinha, gordura, água, manteiga e açúcar – com noz-moscada na receita original. Trocar gordura vegetal por manteiga gelada confere mais sabor e textura diferente, fica mais amanteigado e menos areado, ótimo para os que preferem pão menos fofo e mais consistente. O açúcar pode ser branco ou mascavo claro, o que muda o sabor pra algo mais caramelizado. Água tem que ser gelada para não ativar o glúten antes da hora, mantendo o preparo rápido e massa macia. Noz-moscada é clássico, mas canela ou até raspas cítricas dão toque diferente. O molho é leite, açúcar e baunilha – simples, mas essencial para hidratar o pão e criar crosta.

    Modo de preparo

    Massa e montagem

    1. Aquecer o forno a 175ºC e untar levemente uma assadeira 22x34 cm com spray antiaderente; economia e evita grudar.
    2. Misturar a farinha com a gordura vegetal na tigela grande, usar dois garfos ou 'cortador de massa' para deixar pedaços tipo ervilha; sensação de textura é o truque para final macio e com folga.
    3. Adicionar a água aos poucos, mexer e depois amassar com as mãos até formar uma bola que não grude; só juntar mesmo, não amassar demais senão endurece.
    4. Sobre superfície enfarinhada, abrir a massa em retângulo fino, uns 25x40 cm aproximadamente; massa fina garante rolinho delicado e camadas visíveis.
    5. Espalhar manteiga amolecida por cima, polvilhar açúcar e noz-moscada (ou trocar por canela se quiser); aqui o aroma começa a invadir a cozinha com perfume de memória.
    6. Enrolar tipo rocambole bem apertado, selar a ponta para não abrir ao cortar.
    7. Cortar em 12 fatias iguais, colocar lado a lado na forma preparada sem apertar demais, para crescer e dourar de modo uniforme.
    8. Cobertura e cozimento

      1. Numa panelinha, aquecer leite com açúcar até começar a formar bolhinhas nas bordas, sem ferver; essa temperatura ativa o açúcar sem queimar o leite.
      2. Retirar do fogo, misturar baunilha para aroma final, despejar sobre os rolinhos com cuidado para que penetre entre eles.
      3. Assar sem cobrir, observar o tempo entre 30 a 40 minutos; o sinal é topo dourado, inchado e aroma intenso de manteiga e baunilha no ar.
      4. Se começar a dourar muito rápido, cobrir com papel alumínio para evitar queimar e acabar com interior cru.
      5. Deixar esfriar poucos minutos antes de servir, melhor quentinho para textura macia e recheio cremoso.
      6. Podem acompanhar café forte ou chá preto com leite para um lanche típico.
      7. Dicas e variações

        1. Se faltar gordura vegetal, usar manteiga gelada cortada em cubos, a textura muda, fica mais amanteigado e menos aerado, bom para quem gosta de pão mais denso.
        2. Substituir noz-moscada por canela para lembrar rolinho de canela clássico, ou até adicionar raspas de laranja para aroma fresco.
        3. Água pode variar em temperatura e quantidade conforme a farinha absorve, o que importa é massa maleável que não grude.
        4. Para quem quer toque doce extra, polvilhe açúcar por cima na metade do cozimento.
        5. Recomendado usar panela de fundo grosso para evitar que leite queime na hora de fazer o molho.
        6. Não deixe a massa descansar muito; diferente de pães com fermento, aqui a rápida preparação preserva leveza.

    Dicas de preparo

    O processar da gordura na farinha com garfos ou cortador de massa não é preguiça, mas técnica importante para garantir a textura da massa – fatias espaçadas, pequenas bolinhas na massa equivalem ao pão mais leve. A massa deve ser amassada só até dar liga, evitar excesso para não ficar dura. Abrir a massa num retângulo fino permite o enrolar estilo rocambole, que cria espirais que derretem ao assar. Prestar atenção na temperatura do leite para não ferver – basta uma fervidela na borda –, para garantir que o molho penetre sem talhar. Ao assar, usar o dourado do topo e aroma para decidir ponto, não depender só do tempo fixo. Se estiver muito rápido, cobrir com papel alumínio evita queimado. Retirar do forno, deixar esfriar levemente, pois saem melhor quentes para textura macia. Dá para variar colocando um pouco de açúcar cristal no topo na metade do tempo para crocância extra.

    Dicas da chef

    • 💡 Use manteiga gelada em vez de gordura vegetal. Modifica a textura, fica mais rico. Misture com garfos. Não amasse demais. Mais amanteigado. Mantenha tudo gelado.
    • 💡 Se a massa grudar, polvilhe mais farinha. Uma camada fina é chave. Menos grumos, mais leveza. Abra numa superfície enfarinhada. Não estique muito, senão rasga.
    • 💡 Monitorar a temperatura do leite é crucial. Não deixe ferver. Bolhas na borda é o ponto certo. Mistura com açúcar e baunilha é essencial. A cor dourada é o sinal.
    • 💡 Se o topo dourar rápido, papel alumínio faz milagres. Evita queimar e garante interior cozido. Espere esfriar antes de servir. Melhora a textura; quente é sempre melhor.
    • 💡 Não deixe a massa descansar muito. A rapidez preserva leveza. Cada segundo conta no preparo. As camadas não devem ser pesadas. Se errar, o resultado escapa.

    Perguntas frequentes

    O que fazer se a massa ficar grudenta?

    Polvilhe mais farinha. Abre com cuidado. Não amasse muito. A massa precisa ficar macia.

    Posso usar açúcar mascavo?

    Claro, muda o sabor. Um toque de caramelo. Cuidado com as quantidades. Um pouco a mais faz diferença.

    Como armazenar os pãezinhos?

    Melhor comer fresco. Mas se sobrar, guarde em pote fechado. Para não ressecar. Reaqueça no forno.

    Posso adicionar frutos?

    Sim, seque bem. Maçã ou passas funcionam. Adicionam umidade. Atenção ao equilíbrio dos sabores.

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