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Pudim Cremoso de Batata Doce

Pudim Cremoso de Batata Doce

Por Julia

Pudim de batata doce com toque caseiro, massa macia, textura cremosa e leve doçura natural. Batata doce cozida, açúcar levemente reduzido, leite de coco substitui parte do leite comum, ovos para ligar, e uma pitada de canela para aroma. Cozimento no forno até firmar na medida certa, sem ressecar. Técnica que evita pudim seco ou cru no meio. Ideal pra quem curte sobremesa que mistura conforto e tradição com uma pitada de originalidade.
Preparo: 30 min
Cozimento: 50 min
Total: 1h 20min
Porções: 6 porções
#pudim #batata doce #sobremesas #culinária #receitas fáceis
Batata doce tirando o estigma de acompanhamento sem graça. Na confeitaria caseira, sempre achei que podia ser mais do que simplesmente um purê com canela. Testei várias vezes, ajustando o açúcar e trocando o leite, até que a combinação com leite de coco e canela me entregou a textura e o aroma que buscava. Cada forno conta uma história, então concentre-se nas dicas visuais – é tão importante quanto seguir o relógio. O aroma da canela assando e o brilho do pudim começando a firmar na borda são sinais que não dá pra ignorar. Um resultado que traz conforto e uma delícia de tradição caprichada, com um twist que é meu jeitinho na cozinha sulista.

Ingredientes

  • 900 g de batata doce descascada e em cubos
  • 130 g de açúcar cristal
  • 250 ml de leite de coco
  • 2 ovos grandes
  • 1 colher de chá de extrato de baunilha
  • 1 pitada generosa de canela em pó
  • manteiga para untar
  • Sobre os ingredientes

    Troque o leite comum por leite de coco para uma textura mais aveludada e aroma tropical. A canela é essencial – não só complemento, ela cria a personalidade do prato junto da baunilha. Use açúcar cristal, não refinado, pra acrescentar textura e evitar doçura exagerada. Prefira batatas doces firmes, mas já macias pra amassar, e evite cortar os cubos muito pequenos para não desmancharem rápido no cozimento. A manteiga para untar não só previne grudar, como também cria um sutil aroma tostado na crosta externa após assar. Pequenos detalhes fazem o resultado final.

    Modo de preparo

  • Começo descascando batatas doces em cubos, torno eles mais ou menos do tamanho da ponta do dedo; nada precisa ficar perfeito, afinal vai tudo amassado. Encho uma panela média com água – o suficiente para cobrir as batatas – e levo pra ferver. Quando começar a borbulhar, jogo as batatas dentro e deixo cozinhando calmamente. Sabe aquele som constante do borbulhar, meio barulhento? É sinal que tá rolando coisa boa. Ali conto uns 18 minutos, ou até espetar um garfo e sentir que entra fácil, tipo manteiga.
  • Enquanto isso, já pré-aqueço o forno a 175 graus Celsius, e unto uma forma grande, daquelas refratárias, com manteiga. Nada disso de spray aqui, gosto de usar manteiga porque cria uma crosta saborosa e ajuda a descolar fácil depois.
  • Escorro as batatas e deixo elas esfriarem até dar pra mexer sem queimar. Ai começamos a esmagar tudo, e a textura tem que ficar quase como purê, bem lisa, sem pedaços grandes. Isso evita que o pudim fique com textura arenosa, coisa que já experimentei e abandonei rápido.
  • Na bacia maior, misturo o purê com o açúcar cristal – reduzi um pouco a quantidade original porque já percebi que batata doce dá um docinho natural. Aí acrescento o leite de coco no lugar de uma parte do leite normal; já tentei só com leite e no meu gosto pessoal o coco dá uma cremosidade e um aroma diferente que levanta o prato. Junto os ovos um a um, batendo com um fouet para incorporar bem e não correr o risco de pedaços de ovo cru.
  • Depois vem o toque que mudou meu jogo: uma boa pitada de canela em pó junto com a baunilha. Isso dá um aroma quente, que contrasta e completa aquele doce da batata. A mistura deve ficar bem homogênea, quase um creme ligeiramente espesso, pra não virar líquido demais ou seco no forno.
  • Despejo tudo na forma untada e com uma colher vou nivelando a superfície, que deve ficar uniforme pra cozinhar igual. No forno baixo, deixo assar de 45 a 50 minutos, mas não confio na hora crua; olho sempre a superfície. Quer ver uma dica? O pudim tá pronto quando as bordas estão firmes e com a cor mais dourada; ao mexer a forma levemente, o núcleo ainda balança um pouco, mas não líquido ou escorrendo.
  • Se faltar tempo, um truque é colocar papel alumínio por cima no meio do cozimento para evitar grudar na crosta e manter a umidade, evitando que resseque demais.
  • Retiro do forno, deixo esfriar em temperatura ambiente. Quanto mais frio, mais firme fica o pudim. Servir morno também é válido e gostoso, ainda com vapor e aroma espalhado pela casa.
  • Dicas de preparo

    Cuidado na hora de cozinhar as batatas – a textura do purê depende disso. Uma coisa que sempre erro de início – não escorrer totalmente a água fria para preservar umidade e garantir a cremosidade. Mexa a mistura com calma ao juntar ovos; evitar práticas apressadas que deixam pedaços ou textura estranha. Durante o cozimento no forno, não hesite em monitorar visualmente no final para não passar do ponto – textura ligeiramente firme nas bordas e molinho no meio é ponto ideal. A cobertura de papel alumínio pode salvar pudim seco. Deixe esfriar bem antes de fatiar para evitar quebrar ou desmoronar.

    Dicas da chef

    • 💡 Cozinhar batata doce é delicado. Não deixe ela muito desmanchada. Cozimento ideal é quando numa mordida ela desmancha muito fácil. Controle o tempo.
    • 💡 Para untar a forma, usar manteiga é melhor que spray. Cria crosta legal e o pudim descola muito mais fácil. O gosto da manteiga também é um diferencial.
    • 💡 A canela é crucial. Não é só aromatização. Mistura com baunilha e é diferente. Torna o pudim envolvente, um aroma quente, amacio. Leva o doce da batata no outro nível.
    • 💡 Evitar exagero no açúcar. Batata doce já é docinha, regolado açúcar faz diferença. Se quiser menos doce, corte até o açúcar pela metade.
    • 💡 Se o pudim sair úmido, coloque papel alumínio. Ele mantém a umidade, impede que grude. Assim, o pudim não resseca pelo topo. Guarda calor e umidade.
    • 💡 Depois que assar, paciência. Deixe esfriar antes de cortar. Pudim desmorona se pegar quente. O ideal é esperar uns 30 minutos e enquanto isso,. aproveita o aroma.

    Perguntas frequentes

    Como saber se o pudim está cozido?

    É simples. Base firme, as bordas devem ficar douradas. Toca a forma, se balança bem de leve. Não líquido no centro.

    Posso usar leite normal ao invés de coco?

    Pode, mas vai faltar cremosidade. Leite de coco traz aroma fresco e textura densa. Experimente e compare.

    E se meu pudim ficar seco?

    Adicione um pouco de leite. Pode misturar e levar de volta ao forno. Às vezes, isso recupera a umidade. Fica mais judiado mas melhor.

    Como armazenar pudim?

    Algumas formas. Na geladeira, num recipiente fechado. Ou coberto com papel filme. Assim, mantém a umidade. Se deixar no ar, seca.

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