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Salada de Couve com Radicchio

Salada de Couve com Radicchio

Por Julia

Salada vibrante com couve e radicchio, trazendo amargor e crocância, temperada com azeite e limão. Queijo substituído por queijo minas frescal para cremosidade suave. Frutas secas trocadas por uvas-passas para sabor adocicado e textura macia. Nozes para crocância e aroma tostado. Temperos simples: sal e pimenta-do-reino moída na hora. Ideal para quem sabe equilibrar sabores com a rusticidade dos verdes escuros e a energia cítrica na mistura.
Preparo: 18 min
Cozimento: 0 min
Total: 18 min
Porções: 6 porções
#salada #vegetariana #fresca #saudável #cuisine brasileira
Já rodei muitas vezes com saladas que misturam couve e radicchio, esses verdes resistentes que exigem um tempero à altura. A couve tem textura firme, quase mastigável, e o radicchio traz um amargor vibrante que nem todo mundo encara de primeira; aprendi a domar essa dupla com suco e raspas de limão frescas, que abrem o sabor. Usar queijo minas frescal ao invés de um queijo mais intenso deu uma cremosidade leve, que casa melhor com as passas claras e nozes tostadas. Aqui não tem mistério: a técnica está no toque delicado nas folhas e no timing de tempero para o cítrico não esmagar o paladar, mas dar aquela levantada de energia. Resultado? Uma salada que cresce no prato, quase um ritual para saborear aos poucos com amigos.

Ingredientes

  • 3 xícaras de couve picada em tiras finas
  • 2 xícaras de radicchio picado grosseiramente
  • 1 punhado grande de manjericão fresco
  • sal marinho a gosto
  • pimenta-do-reino preta moída na hora a gosto
  • ⅓ xícara de azeite extra virgem
  • suco e raspas de 1 limão tahiti
  • 1 xícara de queijo minas frescal ralado grosso
  • ½ xícara de uvas-passas claras
  • ½ xícara de nozes picadas tostadas
  • Sobre os ingredientes

    Quer evitar o amargor exagerado? Retire as nervuras grossas da couve, elas mantêm a estrutura mas também carregam o sabor mais duro. Radicchio pode ser trocado por chicória ou mesmo acelga roxa, mas saiba que a textura muda, fica mais macia, menos crocante. Passas podem ser substituídas por cranberries secas ou até tâmaras picadinhas pra um toque mais caramelizado, e sempre prefira nozes frescas, se tostar em casa, cuidado para não queimar — o cheiro muda rápido, fique atento. O queijo minas frescal pode ser trocado por ricota fresca, mais suave, ou um queijo coalho fresco para textura mais firme — risco de sabor mais neutro. Limão laranja é uma saída para quem não tolera o azido da fruta tradicional sem perder a vibração.

    Modo de preparo

  • Primero: misture a couve, radicchio e manjericão em uma saladeira funda. Esfrega um pouco os verdes com as mãos, ajuda a suavizar a couve que pode ser meio durona. Joga uma pitada daquele sal marinho grosso e pimenta moída na hora. Sente o aroma, aquele cheiro terroso e fresco junto.
  • Em um potinho, bate o azeite com suco e raspas do limão — o segredo está nas raspas: traz aroma vibrante, dá outra vibe. Não misture o tempero todo de uma vez, vai por partes. Pelo menos metade vai para os verdes agora. Mexe com as mãos ou dois garfos longos; essa entrada de limão já começa a amaciar a couve.
  • Depois do primeiro toque de vinagrete, joga o queijo minas, as uvas-passas e as nozes. Teste de textura e sabor nessa etapa: o queijo deve estar distribuído, as passas macias e docinhas, as nozes crocantes e frescas, quase crocante com aquele estalar sutil quando morde. Agora o resto do molhinho para envolver tudo.
  • Mistura novamente, mas com cuidado pra não amassar. Visualize as cores: verde intenso da couve, roxo avermelhado do radicchio, o branco do queijo e os pontinhos escuros das passas. Pra finalizar? Joga um pouco mais de noz por cima, uma pitadinha final de pimenta moída para despertar mais o sabor.
  • Deixa aí uns 10 minutos antes de servir — isso faz o tempero se infiltrar e o radicchio perde aquele amargor muito forte. Se sobrar, guarda tampado na geladeira. Dá uma mexida antes de consumir. Essa salada cresce em sabor com o tempo, fico mirando, sabendo que vai ficar melhor a cada garfada.
  • Se no fim você tentou e curtiu, me conta — sempre baixei uns toques no comentário, é meio como se estivéssemos na cozinha juntos. Ah, último toque: para agradar quem não gosta tanto do amargo, substitua o limão por laranja lima e vai sentir outro mundo, mais doce e suave.
  • Dicas de preparo

    Na maioria das vezes, a pior inimiga da salada são as folhas mal misturadas; mexa com as mãos, dono, sente os sabores unindo. O sal deve ser aplicado antes do molho, ajuda a retirar um pouco da umidade das folhas — isso evita ficar aguado ou murcho na hora de servir. Pra bater o molho, junte azeite e limão aos poucos enxergando a emulsão; não precisa de força, só de equilíbrio. A couve deve ser massageada levemente para amaciar, mas não desfazer. A montagem final precisa respeitar texturas: queijo, passas e nozes entram depois do primeiro contato com o molho para manter identidade. Ferramentinha: nozes tostadas em frigideira seca soltam aroma imediato, fique perto e mexa para não queimar. Na dúvida, guarde a salada temperada na geladeira, tire um pouco antes de servir para ficar próxima da temperatura ambiente — fica mais saborosa assim.

    Dicas da chef

    • 💡 Misturar as folhas é crucial. Use as mãos, massageie a couve. Isso ajuda a amaciar. Não tenha pressa, sinta a intensidade de cada folha. Sal antes do molho é uma regra. Ajuda a desidratar um pouco, evitando que fique aguada na hora de servir. É preciso fazer barulho nessa mistura.
    • 💡 No molho, o limão e azeite precisam de um bom tempo. Bata lentamente. Comece com um pouco de azeite misturado ao limão. Não jogue tudo de uma vez. Raspas do limão fazem diferença. A cada colherada, você sentirá um aroma bem fresco. Se não tiver limão tahiti, uma laranja lima pode mudar o resultado, mas fica docinho.
    • 💡 A escolha do queijo importa. Minas frescal é o ideal na receita original, mas não hesite em testar ricota. Para uma versão mais firme, queijo coalho é ok. Lembre-se, cada queijo traz uma textura, então atente isso. Seja generoso nas nozes. Tostar na frigideira em fogo baixo traz aromas que fazem o coração acelerar.
    • 💡 Descarte as nervuras grossas da couve se quiser evitar amargor. Isso muda a textura, mas também o sabor. Radicchio pode ser substituído por chicória. Mas só se você quiser algo mais suave. Passas também têm substituição: cranberries secas trazem um toque agridoce que pode agradar mais. Tenha sempre nozes frescas, tostar é algo pessoal.
    • 💡 Temperar a salada um pouco antes de servir é essencial, mas cuidado. Muito tempo e pode murchar. Deixe descansar uns dez minutos. Se sobrar, guarde na geladeira. Com o tempo, os sabores se casam. A cada garfada, a experiência muda e melhora. Tentar uma salada diferente pode trazer novas memórias.

    Perguntas frequentes

    O que fazer se a salada ficou amarga?

    Retire nervuras da couve antes. Isso ajuda. Use limão menos ácido. Aproveite a laranja lima se o amargo contundente for demais.

    Posso preparar a salada antes?

    Sim, mas evite temperar muito antes. Cuidado, se deixar por muito tempo, as folhas murcham. Prepare o molho, mas só misture na hora.

    Como conservar as nozes tostadas?

    Guarde em recipiente fechado. Refrigerar ajuda a manter crocância. Se você não tiver, também pode tostar em forno. Olhe sempre e mexa.

    E se eu não encontrar radicchio?

    Chicória é um bom substituto. Mas entenda que a textura muda. Outra alternativa são folhas de acelga roxa, mas fica mais macio. Mantenha frescura.

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