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Salada Crocante Brócolis Couve-flor

Salada Crocante Brócolis Couve-flor

Por Julia

Brócolis e couve-flor picados em tamanhos pequenos, envoltos em um molho generoso à base de maionese, iogurte e um toque de limão. Cebolinhas frescas dão um sabor extra. Precisa descansar na geladeira para os sabores se juntarem. Fácil e leve, com variações simples que salvam quando falta algum ingrediente. Serve seis, pouca gordura e bastante vitamina C. Ótima para acompanhar churrasco ou almoço rápido.
Preparo: 12 min
Cozimento: 0 min
Total: 1h 10min
Porções: 6 porções
#salada #vegan #vegetariana #fácil #rápida #nutritiva
Salada de brócolis com couve-flor é daquelas facinhas que a gente já viu, mas dá trabalho acertar. A primeira vez que tentei, fugia do molho na tigela e os floretes saíam aguados. Aprendi que o segredo está no corte na boca, pra pegar o molho na medida certa — nada de exagero. Cebolinhas entram só na hora, frescas e crocantes, pra dar um contraponto que ninguém espera. Gosto do molho com iogurte pra baixar acidez, mas uma pitada de mostarda amarela já salva. O frio da geladeira faz tudo casar. Aprenda a reconhecer gosmas e alumiar se a salada tá na hora, o cheiro e o brilho mudam tudo — aquela sensação que só receita de cozinha caseira entrega.

Ingredientes

  • 300g brócolis picado em flores pequenas
  • 300g couve-flor em pedaços pequenos
  • 4 cebolinhas verdes fatiadas finas
  • 150g maionese caseira ou industrializada
  • 100g iogurte natural sem açúcar (substituí por creme de leite leve às vezes)
  • 1 colher de sopa de suco de limão fresco
  • 1 colher de chá de mostarda Dijon (alterei para mostarda amarela quando não achei)
  • 1 colher de sopa de vinagre de maçã ou branco
  • 1 pitada de sal
  • 1 pitada de pimenta-do-reino moída na hora
  • 1 colher de chá de açúcar mascavo ou mel (uso raramente, mas ajuda balancear ácido)
  • Sobre os ingredientes

    Pular ingredientes pode ser crítica — iogurte natural é base para baixar a acidez, troca fácil por creme de leite, mas cuidado pra não pesar no gosto. Mostarda Dijon é mais equilibrada que a amarela, que dá um punch mais forte e ácido. Na falta do suco de limão, vinagre de maçã funciona bem, com moderação, pra não cortar demais. A cebolinha e o açúcar dão vida, mas açúcar pode sair pra quem não curte doce na salada; nesse caso, ajuste os ácidos com calma. Usar maionese caseira garante sabor e textura, mas industrializada também dá conta. Importante é não ser mão de vaca no molho — ele segura o molho e permite pegar os temperos juntos, que é onde a salada vira outra coisa.

    Modo de preparo

  • Começa lavando o brócolis e a couve-flor. Tem que estar totalmente limpos — sem terra nem restos. Bote numa tábua e corte os floretes em pedaços do tamanho da boca, nada de gigante nem muito minúsculos, senão vira sopa fria.
  • Pique as cebolinhas finas, a branca e um pedaço da parte verde, para aromatizar geral. A cebola dá um crocante e frescor que muda tudo.
  • Numa tigela grande, mistura maionese, iogurte, suco de limão, mostarda, vinagre, sal, pimenta e o toque do açúcar ou mel. Mexe tudo até o molho ficar cremoso e homogêneo. O segredo está no equilíbrio, especialmente no ácido. Ajusta com limão ou vinagre aos poucos, nunca joga tudo junto de uma vez.
  • Junta brócolis, couve-flor e cebolinha nessa mistura. Misture com colher grande, envolvendo tudo como se estivesse massageando os legumes. Quer que cada pedaço fique bem coberto, sem ficar encharcado. Molho tem que grudar — isso mantém o sabor, sem encharcar.
  • Coloca na geladeira para curtir no frio — descanso de pelo menos 55 minutos para os sabores se infiltrarem. Se deixar menos, fica um pouco crua e sem graça; mais que duas horas não vale muito a pena porque as flores perdem a crocância.
  • Na hora de servir, dá aquela mexida para misturar o que assentou no fundo. Prova e corrige o sal ou pimenta, porque o frio apaga um pouco o sabor.
  • Substituições? Quem não achar iogurte pode usar creme de leite leve ou até coalhada. Se faltar mostarda Dijon, a amarela entrega o trabalho, só diminui um pouco a quantidade pra não ficar muito forte. Pode adicionar nozes picadas ou sementes de girassol pra crocância extra, mas aí mexa só na hora de ir à mesa para não murchar os legumes.
  • Problemas comuns: excesso de molho deixa tudo aguado, perde crocância. Falta de descanso deixa sabor apagado. Acidez demais amarga, vai aos poucos.
  • Não preciso nem falar que o som do brócolis sendo picado é só o começo do cheiro de coisa boa. Na hora de misturar, o brilho do molho escorrendo e as pontinhas verdes só reforçam a vontade. Transformar esses ingredientes simples num clássico pra guardar no cardápio.
  • Dicas de preparo

    O preparo começa com o corte dos floretes, o ponto é na medida que fique fácil em uma mordida, mas firme, nada de fibra mole que desmancha. Cebolinhas cortadas finas dão crocância e aroma marcante. Misture o molho até uniforme e branco cremoso, para distribuir o calor do limão e a acidez da mostarda. Envolver os legumes com molho é tarefa delicada — faça com colher, sem esmagar, para a salada manter consistência. Refrigeração é fundamental; menos de uma hora e a salada fica individual demais. Após o tempo de repouso, mexa e prove para corrigir sal e pimenta. Serve melhor gelada, para aproveitar o contraste do frio e a textura crocante. Ideal deixar descansar alto na geladeira, não em prateleira de porta para evitar variações.

    Dicas da chef

    • 💡 Corte os brócolis e a couve-flor em pedaços pequenos. Isso ajuda a pegar bem o molho. Não faça pedaços grandes, senão isso pode deixar a salada aguada. Ponto é importante. Cebolinhas frescas são essenciais. Elas trazem crocância. Misture tudo delicadamente.
    • 💡 Mistura do molho. A base de maionese e iogurte é fundamental. Não exagere no limão ou vinagre. Vá ajustando. O excesso de ácido estraga o resultado. Mexa até ficar cremoso. Isso dirá que está bom. Ambiente fresco é crucial. Geladeira ajuda muito.
    • 💡 Se não tiver maionese, use só iogurte ou creme de leite leve. Mas cuidado, porque creme de leite pode deixar muito pesado. A acidez é importante para equilibrar os sabores, mas seu sabor tem que estar suave. Ponto é essencial. O toque de açúcar deve ser leve, mas ajuda. Não joga tudo de uma vez.
    • 💡 Quando misturar os legumes, use uma colher grande. Faça com cuidado, sem esmagar. Manter a textura é o segredo. Molho gruda, mas não encharca. Na geladeira, deixe espaço. Não coloque em prateleira de porta, muda muito a temperatura. O sabor precisa de descanso.
    • 💡 Na hora de servir, não esqueça de mexer. Prove e ajuste sal e pimenta. O frio uniformiza tudo, mas o sabor pode sumir. Se sobrar, consuma em até três dias. Atenção ao brilho e cheiro. Eles indicam frescor.

    Perguntas frequentes

    Como deixar a salada mais crocante?

    Para mais crocância, adicione nozes picadas ou sementes de girassol na hora de ir à mesa. Fique atento ao tamanho dos legumes, nada de deixar muito murchos.

    E se não tiver algum ingrediente?

    Não tem iogurte? Use creme de leite, mas cuidado para não alterar o gosto. Mostarda Dijon é melhor, mas amarela funciona. Reduza para não sobrecarregar. Teste novas combinações.

    E se a salada ficar muito molhada?

    Se o molho ficar aguado, diminuía a quantidade na próxima vez. O ponto é firme. Acidez demais deixa amargo, ajuste lentamente. Use menos limão ou vinagre se necessário.

    Posso conservar por mais tempo?

    Pode armazenar na geladeira por três dias. Mantenha em recipiente fechado. Mas, não deixe por muito tempo, fica sem sabor. A textura é importante, então cuide da crocância.

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