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Salada fria de lagosta com toque de dill

Salada fria de lagosta com toque de dill

Por Julia

Salada simples combinando lagosta, maionese e a crocância do salsão, acrescida de suco de limão fresco e dill picado para sabor herbal marcante. Sal e pimenta na medida certa para equilibrar os sabores marítimos, perfeita para servir sobre folhas verdes, abacate ou num pão macio. A refrigeração de cerca de uma hora ajuda a integrar os temperos e firmar a textura, deixando o prato refrescante e aromático.
Preparo: 12 min
Cozimento: 0 min
Total: 12 min
Porções: 2 porções
#receitas leves #frutos do mar #verão #entradas
Lagosta combina perfeitamente com preparações frias, e um clássico como essa salada permite variações interessantes. No meio do caminho entre a cremosidade da maionese e o frescor do limão, a textura crocante do salsão estoura na boca junto com pedaços tenros da lagosta. Troquei a tradicional cebolinha por dill para levar o paladar a um território um pouco diferente, mais herbal e aromático. A ideia é encontrar equilíbrio entre o mar, o azedinho e a crocância, sem deixar o prato pesado. Refrescar na geladeira é fundamental; a salada fica mais integra e os sabores se encontram. Serve como entrada, lanche leve ou até almoço rápido. Eu já tentei substituir a lagosta por camarão em algumas vezes - vai no gosto, ajustando o tempo na geladeira. Panga o pão macio, certifique a crocância do salsão e sinta o perfume do dill—pronto, sabor na medida.

Ingredientes

  • 1 talo grande de salsão cortado em cubos pequenos
  • 3 colheres de sopa de maionese tradicional
  • 1 colher de sopa de suco de limão siciliano fresco
  • 1/2 colher de chá de sal kosher
  • pimenta-do-reino moída na hora a gosto
  • 1 colher de sopa de dill fresco picado (substitui cebolinha)
  • 200 gramas de carne de lagosta cozida e picada
  • Sobre os ingredientes

    Importante ajustar a textura do salsão; corte em pedaços pequenos, mas sem exagerar, para manter a crocância. Tente comprar lagosta fresca cozida e não congelada, evita aquele gosto mais enlatado. Se estiver sem dill fresco, substitua por endro desidratado na metade da quantidade para não perder a delicadeza do aroma. O suco de limão siciliano é preferível por seu frescor e menor acidez, mas vale o siciliano comum se não tiver. Use maionese com sabor neutro, e se preferir menos calórico, misture metade maionese com iogurte natural — mantém o sabor sem ficar aguado. Quanto à pimenta, sempre adiciono na hora, porque ela perde força no frio. Sal kosher é mais fácil controlar que sal refinado, acredite. Esses detalhes fazem a diferença quando você quer uma textura que pula na boca e sabor equilibrado.

    Modo de preparo

  • Comece na tigela média misturando o salsão, a maionese, o suco de limão, o sal kosher, a pimenta e o dill fresco. Mexa até sentir que a textura está cremosa, mas ainda com corpo — sem empapar nem secar demais.
  • É importante que o suco esteja fresco. O limão siciliano aqui entra para dar esse toque ácido que corta a gordura da maionese e realça o dulçor da lagosta. Já o dill substitui a cebolinha trazendo um aroma herbal diferente, que aprendi usar após umas aventuras com marisco e ervas no verão passado.
  • Incorpore com cuidado a lagosta picada à mistura para evitar quebrar demais os pedaços. Quer uma apresentação mais rústica, pedaços maiores dão uma textura boa. Misture só o suficiente para distribuir a maionese e os temperos.
  • Cubra a tigela com plástico filme e leve à geladeira por cerca de 65 minutos. Isso faz diferença: deixa o sabor mais redondo e a lagosta firme, mas não dura demais para não perder frescor nem ficar aguada.
  • Na hora de servir, arrume sobre folhas verdes (alface romana, rúcula), fatias de abacate ou metades de tomate. Também adoro rechear um pão pão de leite bem macio — fica um lanche que vá fundo, não só refrescante, mas também com crocância e untuosidade.
  • Caso não tenha lagosta, pode fazer substituição por camarão cozido e picado, ajustando o tempo de marinada para 40 minutos para não endurecer. Se a maionese for muito densa, adiciono uma colherzinha de iogurte natural para balancear o corpo e a cremosidade.
  • Sempre prove antes de servir: com sal demais sai salgado, com pouco, a lagosta some no conjunto. Pimenta na hora é outra arma para garantir sabor vibrante.
  • Não aplique mais limão que o indicado, pode amargar e talhar a maionese. Já o dill precisa ser fresco e picado miúdo para liberar aroma sem pesar. Se usar seco, reduzir pela metade.
  • Evite usar maionese industrial demais açucarada ou de sabor forte — a neutra é melhor. A textura do salsão tem que ser crocante, então não diminua muito o tamanho dos cubos nem deixe de molho na água.
  • A experiência me ensinou que mexer demais após adicionar a lagosta estraga os pedaços, então movimentar leve é fundamental. O segredo está na textura e no equilíbrio do sabor, não na rapidez.
  • Dicas de preparo

    Misturar os ingredientes secos com maionese primeiro e só depois a lagosta evita que o crustáceo seja esmagado e perca a textura. O tempo de refrigeração é chave porque liga os sabores e firma a maionese na carne — não pule ou deixe menos de 50 minutos. Dá para perceber visualmente: salada ganha um aspecto mais homogêneo, brilho sutil e fica mais fresca. Mexa apenas para incorporar, sem bater. Antes de servir, confira tempero e ajuste sal e pimenta se necessário. Os pedaços de lagosta vão estar menos quebradiços e o prato ganhará firmeza, o que ajuda na apresentação, seja no pão ou sobre folhas. Erro comum é deixar a maionese quente demais no momento de misturar, ela pode separar. Então, os ingredientes devem estar na geladeira previamente. Essa prática simples evita desastre na textura. Além disso, troque a cebolinha pelo dill picado no último minuto para evitar perda rápida do aroma. Quando fizer substituição por camarão, reduza a refrigeração para preservar a delicadeza. Dominar esses detalhes permite transformar um rendimento rápido em um clássico pessoal.

    Dicas da chef

    • 💡 Prefira salsão fresco. Textura é o que importa aqui. Não corte muito pequeno, mas em cubos que mantenham a crocância. Se passar do ponto, vai amolecer e não serve. Tomar cuidado com a quantidade de maionese e usar de sabor neutro evita que o prato pese.
    • 💡 O suco de limão tem que ser fresco. Ponto vital. Limão siciliano é melhor, menos ácido. Se não tiver, pode usar o comum, mas o gosto muda. Lembre-se, não exagere no limão. Amarga maionese e estraga o prato. Sempre experimente antes de servir.
    • 💡 Para quem não tem lagosta, camarão funcionam. Mas corre o risco de perder a textura delicada. Ajuste o tempo de refrigeração para 40 minutos, melhor. E sempre, sempre preste atenção nos ingredientes. A qualidade deles faz diferença.
    • 💡 Na hora de mexer a salada, faça isso com cuidado. Não esmague a lagosta, você quer pedaços. A mistura deve ficar homogênea, mas ainda com textura. Incorporar devagar é essencial. E o tempo na geladeira? Fundamental, isso faz a salada ganhar corpo e frescor.
    • 💡 Dill é crucial. Fresco e picadinho. Se usar seco, reduza a quantidade pela metade. Aroma herbal é o que se quer. Sem ele, perde o toque especial. E claro, não esqueça de ajustar sal e pimenta na hora. Pode mudar o sabor do prato. Uma pitada a mais pode fazer diferença.

    Perguntas frequentes

    Como escolher a lagosta?

    Sempre opte por fresca. Se não tiver, camarão vai. E se for enlatada? O gosto pode ser forte. Não é o ideal.

    Dicas de conservação?

    Pode guardar por 2 dias na geladeira, mas cuidado. Pode perder frescor. Congelar não é recomendado. Isso muda a textura.

    E se a salada ficar muito salgada?

    Tente adicionar mais maionese. Isso pode ajudar a equilibrar. Mas atenção, experimente sempre, não deve sobressair o sal.

    Posso adicionar mais ingredientes?

    Sim, mas com parcimônia. Temperos são bem-vindos, mas cuidado, não pode desbalancear. Limão e dill são essenciais — outros podem ser experimentos, mas não sobra.

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