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Salmão Assado no Papelote Fácil

Salmão Assado no Papelote Fácil

Por Julia

Salmão assado no papelote com manteiga, alho, mostarda Dijon, salsa e limão. Receita rápida que ajusta ingredientes e tempo para garantir suculência e sabor, com toque especial de ervas e limão. Método prático para uma proteína macia, ideal para quem quer uma janta descomplicada, cheirosa e visualmente bonita.
Preparo: 6 min
Cozimento: 18 min
Total: 24 min
Porções: 4 porções
#salmão #receitas rápidas #refeições saudáveis
Confesso que o salmão é das minhas proteínas favoritas para o dia a dia na cozinha. Assar no papelote, embrulhado no alumínio, foi uma descoberta que mudou o jeito de preparar peixe aqui em casa: suculento, rápido e quase sem trabalho. A manteiga com alho e mostarda Dijon cria uma camada perfumada e levemente ácida, enquanto o limão e o tomilho fresquinho dão aquele toque que deixa o prato com cara de receita de chef, mas sem grandes complicações. O processo solta aromas fortes no forno e, quando abre o papelote, o vapor entrega toda a umidade. Não é só receita, é técnica para quem quer comer bem, rápido e bonito, sem medo de errar o ponto.

Ingredientes

  • Uma folha grande de papel alumínio para formar o papelote
  • 100 gramas de manteiga sem sal amolecida (substituí 4 colheres de sopa por 6 colheres de sopa para cobrir melhor o peixe)
  • 3 dentes de alho bem picados (troquei 2 por 3 para mais aroma e sabor marcante)
  • 1 colher de chá de salsa picada (de preferência fresca, salsinha cai bem)
  • 1 colher de chá de mostarda Dijon
  • 1/2 colher de chá de sal grosso tipo kosher (alternativa: flor de sal)
  • 1/2 colher de chá de pimenta-do-reino moída na hora
  • 1/2 colher de chá de suco de limão fresco
  • 1/3 colher de chá de raspas de limão (reduzi um pouco para não ficar amargo)
  • Filé de salmão inteiro com cerca de 450 gramas (pode ser em postas, mas vale ajustar o tempo)
  • 1 ramo pequeno de tomilho fresco (adicionado para um twist com ervas)
  • Sobre os ingredientes

    Use manteiga sem sal para controlar melhor o sal do prato; manteiga com sal pode deixar o salmão salgado fácil demais. Se não tiver mostarda Dijon, experimente mostarda amarela comum, o sabor será menos complexo, mas aceitável. O limão é fundamental para dar acidez e cortar a gordura do peixe; raspas precisam ser só o amarelo, nada do branco que amarga. Alho picado demais pode queimar se passar do ponto, por isso a embalagem no papel alumínio protege esse sabor. Tomilho é opcional, mas traz um frescor herbáceo que casa demais nesse preparo. O sal kosher é mais grosso, dá textura; pode ser substituído por flor de sal, mais delicada.

    Modo de preparo

  • Pré-aqueça o forno a aproximadamente 190ºC (375ºF). O calor precisa ser constante; evite abrir muito o forno.
  • Forre uma assadeira com uma folha grande de papel alumínio para formar o papelote.
  • Misture a manteiga amolecida, alho picado, salsa, mostarda Dijon, sal, pimenta, suco e raspas de limão, e o tomilho fresco picadinho numa tigela pequena. Misture até obter uma pasta homogênea; não precisa ser uniforme, mas evite pedaços grandes de alho cru.
  • Espalhe essa mistura generosamente sobre o filé de salmão, usando as costas da colher ou as mãos mesmo. Não precisa ficar perfeito; a manteiga vai derreter e infiltrar, levando o tempero para toda superfície.
  • Enrole firme o papelote, fechando todas as bordas para manter o vapor dentro – isso é crucial para o peixe não ressecar.
  • Leve para assar por 17-22 minutos. O tempo varia conforme a espessura do salmão; para filés mais grossos, prossiga mais perto dos 22 minutos. Um truque: o peixe está pronto quando a carne muda da cor translúcida para um rosa opaco, soltando fácil com garfo mas ainda úmida no centro.
  • Retire do forno, abra cuidadosamente o papelote – cuidado com o vapor quente – e deixe o salmão descansar dentro por uns 3-4 minutos antes de servir. Descanso é essencial para sucos se redistribuírem, mantendo suculência.
  • Sirva acompanhado de arroz branco fresquinho, legumes no vapor ou uma saladinha simples. Usar o papelote evita sujeira e intensifica sabores; só não deixe cozinhar demais, fica seco e sem graça.
  • Dicas de preparo

    Sobre os tempos, é importante observar o peixe, não apenas o relógio. A espessura do filé e temperatura do forno variam bastante; ao abrir o papelote, o salmão deve estar firme mas úmido, com cor uniforme. Para facilitar, abra uma pequena fresta na borda do papel alumínio após os primeiros 15 minutos, para liberar um pouco de vapor e evitar cozimento demais. Achate a manteiga sobre o peixe, espalhando bem para que derreta rápido e crie uma crosta perfumada. Nunca cozinhe o salmão direto sem gordura; a manteiga é o segredo para evitar aquela textura ressecada. O descanso final no papelote evita a perda de suco, crucial para ter um prato macio. Ah, cuidado ao abrir o papelote; o vapor pode queimar.

    Dicas da chef

    • 💡 Cozinhar o salmão no papelote é prática e traz resultados ótimos. A manteiga deve ser generosa, derrete e infunde sabor. Se não tiver manteiga sem sal, troque por azeite de oliva. O sabor muda, mas a prática é bem aceita.
    • 💡 Importante observar o ponto do salmão. O papelote retém umidade, não está visível. Abra aos 15 minutos uma fresta para diminuir vapor. O ideal é a carne opaca. Ao testar com garfo, deve soltar fácil, mas um pouquinho úmida no centro.
    • 💡 Misturando os temperos, não precisa de precisão. A ideia é soltar as ervas e o alho. Se o alho picado for demais, pode amargar. Se acontecer, adicionar mais manteiga salvaguarda, equilibrando o sabor. Não deixe o alho escurecer.
    • 💡 Cuidado ao servir. O vapor que sai do papelote é quente e pode queimar a mão. Um pano para segurar é prático. Acompanha arroz, mas legumes também são bons. Visualmente é lindo, cheirosinho e bem saboroso. Lamento se queimar a boca mas a experiencia é crucial.

    Perguntas frequentes

    Salmão não sai suculento?

    Confira a temperatura do forno. Se passar do tempo, começa a ressecar. O papelote evita isso mas sempre fique de olho. O jeito é aprender a verificar visualmente o cozimento.

    Posso usar outros peixes?

    Claro, mas adapte o tempo. Peixes mais finos assam mais rápido. O calor não deve ultrapassar tempo necessário. Marcação de cor é o mesmo. Importante uso de gordura também para não ressecar.

    Posso guardar sobras?

    Sim, mas não por muito tempo. Coloque em recipiente fechado. Pode ser aquecido, mas isso pode ressecar o salmão. Melhor aproveitá-lo no dia seguinte, fresco ainda. Para você economizar e comer bem.

    E se não tiver todos os ingredientes?

    É uma experiência. Trocar a mostarda Dijon por amarela é aceitável. Salsinha e tomilho são substituições válidas. O foco é sabor e umidade; não precisa ser exato. Faça com o que tem em casa.

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